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sábado, 28 de abril de 2012

FANTASIAS SEXUAIS, relaxe e goze

Depravação? Libertinagem? Bizarrice? Longe disso: as fantasias sexuais são saudáveis. Anormal é não ter nenhuma.




Patrícia atinge rapidamente o orgasmo quando imagina estar sendo estuprada. Carlos gosta de pensar que está transando com uma garota de 16 anos. João vai às alturas quando pede para prostitutas urinarem nele. Para se excitar, Patrícia, Carlos e João lançam mão de fantasias sexuais. Você pode achar esses personagens um pouco pervertidos – fomos acostumados a pensar que tipos como eles devem carregar alguma patologia. Tente olhar no espelho: você nunca teve uma fantasia? Vamos lá: você prefere um companheiro(a) de coxas grossas e peito grande, ou um parceiro(a) frágil, minhonzinho? Você se liga mais numa figura que tome a iniciativa ou curte uma pessoa mais passiva? Temos preferência por traços físicos e temperamentais e isso não acontece por acaso. Elas também implicam alguma forma de fantasia. Em maior ou menor escala, quando o negócio é sexo, todos nós recorremos a fantasias, mundanas ou bizarras. O legal é saber como elas funcionam e tirar o maior proveito da situação.

Esse mundo onírico é criado por nós, voluntária ou involuntariamente, para compensar as forças negativas, “broxantes”, que brotam dos nossos medos, culpas ou preocupações. São sentimentos que a gente carrega desde a infância. Se você sente vergonha do seu corpo, por exemplo, fica difícil relaxar e curtir o sexo. Digamos que você se preocupe demais com o prazer do outro: o risco é esse tormento tomar conta e você esquecer o próprio tesão. Ou então vai que você se sinta um egoísta, ou até meio bruto, na hora do vamos ver: aí vem a culpa e derruba sua libido. Na cabeça, você ainda pensa em transar, certo? Mas o que fazer se um ou outro desses sentimentos joga o tesão para escanteio?

É aí que entram a Madonna, o Brad Pitt, as algemas, a roupa de couro... Com a fantasia, você “esquece” a vergonha, a preocupação ou a culpa. O funcionamento desse processo, segundo o psicanalista americano Michael J. Bader, autor de Arousal: The Secret Logic of Sexual Fantasies (Excitação: a lógica secreta das fantasias sexuais, ainda inédito no Brasil), é o seguinte: a fantasia ajuda a criar um ambiente no qual nos sentimos seguros para deixar aflorar nossa excitação. Segurança, como se sabe, é tudo o que sempre buscamos desde o nascimento. E segurança emocional é uma das metas mais preciosas. O conceito de segurança é a base da teoria da excitação sexual de Bader.

As fantasias, portanto, são saudáveis, libertadoras. “O fato de que atitudes não-convencionais como sadomasoquismo, exibicionismo ou fetichismo podem excitar algumas pessoas é uma prova do poder criativo da psique humana de dar prazer a si mesma das maneiras mais incomuns, enquanto se mantém protegida”, afirma Bader. O exercício da fantasia, no plano mental ou no plano prático, varia de pessoa para pessoa, mas ninguém ao certo sabe por que alguns indivíduos põem seus devaneios em prática e outros, não. Em parte, isso depende da densidade dos conflitos individuais e mesmo do grau de iniciativa de cada um. Mas, segundo o psicanalista, uma fantasia nem sempre deve redundar em uma experiência real.
No caso de partir para a prática, o ideal é que os parceiros tenham intimidade suficiente para se sentir à vontade – isto é, liberados para pensar na própria excitação, mesmo que isso acarrete ser rude, bruto. “A excitação sexual requer inerentemente uma capacidade de ser egoísta, de virar as costas para o bem-estar do outro, de ser todas as coisas que uma pessoa culpada cresceu acreditando serem ruins e perigosas”, diz Bader.

A teoria




  Afinal, o que há de tão ruim e perigoso na infância que devemos combater? Na infância, consolidamos o que Bader, citando o psicanalista Joseph Weiss, descreve como crenças patogênicas. São convicções irracionais, inconscientes, que agem contra nossos interesses – comportamentos autodestrutivos, por exemplo –, que introjetamos quando nos deparamos com o perigo de perder a proteção dos pais, seu amor. Desde cedo, fazemos de tudo para deixar nossos pais felizes e evitar assim uma eventual ruptura com eles. Por exemplo, se o pai é negligente, a criança sente ameaçada a ligação que os une. O que ela faz? Ela acaba mudando as únicas coisas sobre as quais tem controle: seus pensamentos e sentimentos. Ela tenta fazer o ambiente parecer normal para se sentir segura nele. No caso citado, ela passa a achar natural a falta do pai. “Ela passa a achar que solicitar uma atenção especial é proibido, é pedir demais”, diz Bader.
“Não só aceita a negligência, como faz parecer que a culpa é dela, não de seus pais. Parece que ela quer demais.” Assim, a criança busca manter a segurança no relacionamento familiar. “Essas experiências fazem surgir crenças patológicas que nos induzem a pensar que, se perseguirmos nossos objetivos, estaremos arriscando a ligação com nossos pais ou ameaçando nossa segurança psicológica”, afirma o psicanalista. É sabido, por exemplo, que crianças que sofrem abuso dos pais se negam a condená-los. Por quê? Isentando os velhos, não há como perdê-los.

A sensação de culpa é apenas uma dessas crenças patogênicas. Vergonha, rejeição, desamparo e autodestruição são outros sentimentos da lista. Há duas culpas mais comuns: a) de magoar a quem amamos se formos mais felizes ou mais bem-sucedidos que eles; b) de ferir ou esvaziar nossa família se a deixarmos.
O que isso tem a ver com sexo? Com maior ou menor intensidade, todo mundo revive o passado no presente. E, conforme a teoria de Bader, a excitação sexual depende da nossa capacidade de nos centrarmos em nós mesmos, de sermos momentaneamente egoístas. Mas como conseguir isso, se o nosso passado de culpas nos assombra nessa hora? Ao nos sentirmos culpados, nos inibimos, e aí a conquista do prazer vira um martírio.

Segundo o psicanalista, o apego aos próprios devaneios e, por extensão, uma certa “coisificação” do parceiro são necessários para a excitação – mas também é preciso pegar leve com esses sentimentos. Para atingir o prazer máximo, diz ele, o ideal é haver uma certa tensão entre ser egoísta e cuidadoso, entre usar o parceiro e dar prazer a ele. O problema surge quando um dos envolvidos não consegue nenhum grau de impiedade, de rudeza.

Fantasias mais comuns




Não há como associar automaticamente uma fantasia específica a um determinado conflito psicológico. Ainda assim, e mesmo advertindo que generalizações são um passo para o erro, Bader afirma ser possível estabelecer alguns padrões.

Preferências por tipos físicos


Homens altos: simbolizam força, alguém que dificilmente será ferido ou magoado e de quem o parceiro pode depender. Para uma mulher que suspeita poder esmagar um cara (em vários sentidos), esse atributo a deixaria bem mais tranqüila para curtir o próprio tesão.

Mulheres gordas: podem simbolizar fartura, abundância, fertilidade. Uma pessoa que se excita com esse biótipo imagina que a mulher tenha muito a dar, especialmente em atributos maternos; que seja alguém capaz de neutralizar seus sentimentos de privação. Para ele (ou ela), essa mulher pode ser uma pessoa tão cheia de recursos que é incapaz de ser ferida, daí mitigando seu sentimento de culpa. Ele (ou ela) também pode pensar: “Com esse tamanho, ela não tem do que reclamar...” e se sentir mais leve para se excitar.

Peitos grandes: também podem simbolizar a mulher com muito para dar, compensando sentimentos de privação e desligamento. Homens com certo desdém secreto por mulheres – que se sentem culpados por esse sentimento – podem inconscientemente exagerar sua admiração pelo atributo mais óbvio da feminilidade, os seios.

Pênis grande: esse fetiche simboliza, antes de tudo, força. Um homem forte neutraliza várias culpas. Mais: quando uma pessoa fala em “ser arrombada” ou “preenchida”, pode estar tratando com simbolismos de satisfação, abastecimento, cuidado – sensações que combatem sentimentos de privação.



Deformações, mutilações e invalidez: para homens, uma mulher inválida pode diminuir sentimentos de culpa inconsciente, uma vez que, já incapacitada, na fantasia ela não mais pode ser machucada. O processo mental que funciona aqui é o mesmo que se passa na cabeça de quem se excita com mulheres gordas: sem atrativos extras, as parceiras não teriam do que reclamar, deixando o homem com menos medo de rejeição. As mulheres que sentem atração por homens inválidos ou “defeituosos” se deixam levar pelo mesmo astral psicológico, com um adendo: homens incapacitados não podem feri-las, o que lhes permite se excitar em segurança.

Mulher que se excita com gays: ela pode se sentir sexualmente mais agressiva, já que supõe que sua iniciativa não terá reciprocidade. São mulheres que sentem medo de serem subjugadas ou rejeitadas e também de surpreender negativamente o homem com a força da sua sexualidade. Há ainda o fator desafio: a mulher se sente especialmente atraente se conseguir fazer um homossexual agir como heterossexual.

Voyeurismo
Olhar outros transando é só uma das maneiras de o voyeur se motivar. Ele pode se excitar com uma simples espiada por baixo da saia de garotas ou espreitá-las na intimidade. O que rola nesses casos? A excitação da “espiadinha” reside, primeiro, no fato de que aquilo é proibido. A mulher estaria entregando seus segredos. Segundo, o voyeur é um cara que pode carregar culpa por se interessar pelo corpo feminino: a mulher, na cabeça dele, se sentiria ofendida por tal demonstração. Sabendo que a moça não vai perceber o que ele faz – e assim não pode se opor –, a culpa vai para o espaço. Não só a culpa, mas também a rejeição pode ser o motor do voyeur. Algumas crianças acham que não são bem-vindas no contato com a mãe e sentem-se rejeitadas. Na fase adulta, esse sentimento é compensado pela espiadinha. Ou seja, é um momento roubado de uma mulher, antes negada a ele. Com o sentimento de rejeição neutralizado, a excitação ganha corpo.

Sexo grupal






O ménage à trois, com um homem e duas mulheres, é a forma de sexo em grupo mais conhecida, mas há inúmeras variações. O que se depreende do sexo em grupo é:
• A pessoa que fantasia está buscando atenção, portanto tentando derrubar a crença patogênica de que não merece ser admirado, amado.
• O fato de transar com vários ao mesmo tempo pode mitigar o sentimento de culpa que algumas pessoas têm por sobrecarregar o parceiro com seu apetite sexual.
• Com a presença de dois homens, a suposta responsabilidade de satisfazer a mulher é dividida.
• Se a responsabilidade de um parceiro sobre o prazer sexual do outro diminui, o perigo de rejeição cai na mesma proporção.
• Quando um homem assiste a uma cena lésbica, ele não está diretamente envolvido, portanto ele não corre o risco de falhar.
• Se um homem ou mulher tem desejos homossexuais, mas se sente culpado por isso, olhar ou participar de sexo grupal pode ser um caminho para driblar essa culpa.
Todas essas situações favorecem a segurança psicológica do integrante, o que o libera para sentir prazer.

Homem que veste calcinhas
É provável que ele esteja tentando superar a culpa por exercer algum poder, por exercer sua masculinidade. E por que se sente culpado dela? Talvez por ter crescido com um pai fraco ou inútil ou uma mãe infeliz e invejosa dos homens. Quando criança, pode ter encontrado dificuldade para sentir orgulho da sua masculinidade, pois inconscientemente estaria magoando seus pais. Por exemplo, um filho pode crescer culpado por se sentir superior a uma mãe sobrecarregada ou oprimida, e, mais tarde, às mulheres em geral. E como vestir calcinha resolve o pepino? Por um processo chamado pelos psicanalistas de “identificação com a vítima”. Como a masculinidade em vários momentos tem sido equiparada ao ato de oprimir a mulher, as calcinhas fazem esse homem assegurar às mulheres – originalmente sua mãe – que ele, em particular, não é superior. Com a culpa aliviada, a ereção começa a surgir.

Fraldas e comportamento de bebê
Sabe-se que um bebê deve receber atenção e tem o direito de ser egoísta. Sim, mas o que isso tem a ver com um cara ou uma mulher que gosta de vestir fraldas e de ser tratado como bebê (os homens, até mesmo, mamando)? A chave está na ausência de responsabilidade – especialmente a de fazer a mulher feliz, meta que pode ser pesada e angustiante. Quando “amamentado”, o homem se sente numa situação psicológica confortável para pedir e receber algo de uma mulher – sem culpa ou vergonha.

Exibicionismo






Por que, afinal, filmar a própria transa ou se exibir para uma câmera excita? Porque a pessoa se sente gratificada pela atenção. Aqui, identifica-se uma tentativa de controlar sentimentos de rejeição e descaso. Uma pessoa que não foi o foco da atenção dos pais, por exemplo: ser olhada por uma câmera compensa a sensação de que não é merecedora de atenção, o que lhe permite o florescimento do tesão.
No caso dos flashers (homens exibicionistas que gostam de chocar mostrando a genitália a mulheres), a coisa é uma pouco diferente. O cara pode estar querendo controlar justamente sua vergonha. Como? Da mesma forma que gente que sente medo de altura salta de bungee jump para domar seu temor. O sujeito que mostra o pênis – a fonte da sua vergonha, insegurança – pode estar tentando controlá-la. Uma segunda leitura sugere que exibicionismos desse tipo podem ser um ato de compensação pelo fato de o sujeito ter sido rejeitado ou não ter recebido a devida atenção dos pais. Com um “flash” da sua genitália, ele provoca choque, nojo e medo da mulher. Deixa de ser, ainda que por alguns momentos, invisível ou negligenciado. A partir daí, se sente seguro para se excitar.

Estupro






Mais comum nos homens, a fantasia do estupro ocorre de duas maneiras. Na primeira, a mulher a princípio luta contra a agressão, depois acaba gostando e goza. O significado: o “estuprador” está tentando controlar sentimentos de culpa por magoar ou ferir outras pessoas, geralmente mulheres. Ele cria uma fantasia em que parece estar machucando a parceira, mas, na realidade, não está – afinal, ela aceita a agressão e não se fere. A outra forma de fantasia com estupro não depende da excitação da mulher. A carga erótica é justamente depositada na agressão. O estuprador se excita não porque supera a culpa, mas porque tem o poder de ferir e amedrontar a mulher. Essa pode ser a fantasia que motiva a maioria dos estupros reais. Nesse caso, ocorre o que os psicanalistas chamam de “identificação com o agressor”.
O estuprador, na fantasia ou na realidade, está fazendo à mulher aquilo que ele já vivenciou, de alguma maneira. Ao se tornar o agressor, ele pode sentir-se momentaneamente aliviado do medo e do desamparo (de que foi vítima), que são inimigos da excitação.

Mestre e escravo
É uma fantasia similar à do estupro – isto é, o mestre age de forma egoísta e rude, sem conseqüências negativas, sem dor de consciência e superando a culpa, já que a vítima também fica excitada. Mas aqui há uma outra dinâmica, crucial em qualquer relação sexual: o mestre e o escravo dão um ao outro uma atenção e um reconhecimento especial, que neutralizam a eventual sensação de alguém se achar pouco importante (resultado de rejeição, por exemplo). Mesmo o escravo, que prefere receber atenção negativa a ser ignorado.

Estupro coletivo
Filmes pornográficos abusam dessa fantasia. Aqui, vê-se a mesma fonte libertadora da excitação sexual: a segurança. A responsabilidade se transfere do indivíduo para o grupo. Na fantasia, ao contrário da violência levada à prática, o estupro se torna um ato consensual entre uma mulher promíscua e vários homens. E isso é o que deixa os homens à vontade para expressar a sua sexualidade sem medo de ferir a mulher.

Escatologia
Alguns homens sentem-se excitados sexualmente pelo fato (real ou imaginário) de alguém, normalmente uma mulher, urinar (golden shower) ou defecar (brown shower) sobre eles. Um garoto que cresce sentindo-se culpado por desprezar a mãe ou se envergonhar dela reverte essa situação dolorosa ao expor a si próprio como objeto de desprezo e degradação. Urina e fezes são a representação simbólica do sentimento de hostilidade que uma vez foi dirigido a uma mulher, mas agora estão sendo recebidos de uma mulher.



Resumindo: nos jogos amorosos, vale tudo para vencer os medos e sentimentos broxantes. E, convenhamos: depois de ver os caminhos que a excitação de cada um percorre para vencer o medo e a culpa, aquela sua fantasia já não parece tão estranha ou merecedora de culpa, não?

Fonte;Superinteressante de 2002.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

DESEJO 2: Sexo Anal





Bem, depois de uma leve parada no blog devido a viagens de trabalho, cá estou eu postando mais alguma coisa.
Procurando em meus emais atrasados o assunto que mais foi pedido para ter uma repostagem, achei pela maioria dos votos SEXO ANAL. Pelo que vejo ainda é considerado tabu para muita gente e depois do ques que a “Playboy” divulgou a capa de agosto com uma declaração da cantora Sandy sobre o assunto, 2011 não se falou de outra coisa:



- É possível ter prazer anal.

A polêmica foi grande, mas ela logo entrou no microblog para explicar a declaração.

- Não foi bem aquela a minha resposta. Mas, tá valendo a brincadeira… rs… Eu nunca falei e não falo detalhes sobre minha vida sexual – escreveu Sandy.

Essa declaração pegou todo mundo de surpresa, pois até então a Sandy era uma santinha, mesmo depois de protagonizar uma campanha publicitária da cerveja Devassa. E de repente, ela aparece falando sobre um assunto considerado um tabu entre as mulheres. A Sandy que era vista como a mocinha do bumbum virgem, deixa instantaneamente de ser o símbolo feminino da luta contra o sexo anal. Em questão de poucas horas, o twitter já tinha no seu topo a tão irônica tag: #sandyfazanal. E o mais divertido, é que o maridão da Sandy foi entrevistado no programa da Gabi e ele, eu sumo, disse:

- Os homens me param na rua e dizem que eu sou o herói deles.

E com isso, surge mais um argumento para os homens tentar enrabar suas mulheres:

- Poxa amor, se até a Sandy dá a bunda, por que você não me dá?

Bom, não é um argumento muito aceitável, mas vai que cola? Mas a questão não é essa. A grande dúvida entre as mulheres é o seguinte: Por que o homem gosta tanto de sexo anal? Bom, mulheres, ao contrário do que se imagina, a resposta é muito simples. Na verdade, não se trata apenas de UM motivo, mas de alguns que eu vou dividir e explicar bem calmamente para que vocês, mulheres moderninhas, satisfaçam o seu homem completamente. E acredite, a bundinha é importante.



Primeiro Motivo: Desafio
Mulheres, o bumbum de vocês é um prêmio. É como se fosse a taça da Copa do Mundo. É um objetivo. Não digo todas, mas a maioria tem o preconceito de dar o bumbum pro seu homem. Não gostam, dizem que dói, que é desconfortável, que é muita submissão, ect ect. E defendendo sua retaguarda fielmente, a namorada de um amigo disse isso pra ele:

- Se você quiser comer cu, que vá comer cu de viado.

Pééééém. Resposta errada. O homem é um ser implicante. O cara pode nem estar afim de botar atrás da mulher, mas se ela falar que não quer, que não aceita e que não deixa, o homem vai querer comer a todo custo. É a mesma coisa que você falar pro seu homem: para de arrotar. Ele vai virar toda a cerveja de uma só vez e soltar o maior arroto da sua vida. Diga que você nunca vai dar a bunda pro seu namorado e ele vai querer comê-la o tempo inteiro. Então, meninas, jamais falem pro namorado de vocês que jamais ele vai comer o seu ouvido. O cérebro é sensível.



Segundo Motivo: Competição Masculina
Pode parecer piada para vocês, mulheres. Mas sabendo dessa resistência infundada feminina de dar a bunda, o homem criou uma competição interna de quem come mais bundas. Sim. Você que deu a bunda pro seu namorado, com certeza os melhores amigos dele já sabem. E se você for ex namorada então, com certeza TODOS os amigos, colegas e conhecidos sabem que você deu a bunda. Quando o homem chega em uma roda, fala que comeu 300 mulheres, mas nunca comeu um bundinha, ele é considerado um virgem. Sim, um virgem. Chega uma certa idade, quando sexo não é mais novidade para o homem, aumentamos o nível da competição. Pense nisso como todas as séries do futebol brasileiro.

Série D
Beijo na boca. Menino jovem, começando dar os primeiros beijinhos, a primeira namoradinha. Frio na barriga, sem apetite e noites mal dormidas. Começa a nascer o homem.



Série C
Amassos. Aqueles beijos demorados na adolescência, aquela mãozinha boba. Uma pegadinha no peitinho, no bumbum. Uma esfregada com gosto. Apenas.

Série B
Sexo. O cara finalmente está comendo uma mulher. Sexo básico. Se o cara for talentoso, ele começa a se inspirar nos filmes pornôs e fazer o trem bem feito.

Série A
Sexo anal. Onde somente os melhores disputam entre si. Quanto mais bundinhas arrombadas, melhor classificado é o homem entre os amigos.

Mas não fiquem horrorizadas meninas. Mesmo que você não tenha dado a bunda pro cara, ele vai falar pra geral que está comendo. Homem adora se gabar. Mente muito. Muito. Até para os amigos.


Terceiro Motivo: Apertadinho
Sim, é muito bom. As únicas que eu isento deste motivo são as que tem hímem complacente. Tem mulher que, sei lá. É como nós, homens, temos o costume de falar:



- Não tem eira e nem beira.

A mulher nessa onda de “Quero um namorado do pau grande” esquece que a média nacional não é lá essas coisas. Quando vai trocar de namorado, a coisa fica meio complicada. Eis que tem o bumbum. Apertadinho. Prazer garantido.


Quarto Motivo: Demarcação de Território
Sabe o que frustra o homem friamente? Saber que o ex-namorado, ou quem sabe o futuro namorado comeu ou vai comer a bunda da sua atual namorada e somente ele não. Se ele não comer, ele vai se sentir um inútil, um fraco, um ridículo que não consegue comer nem a bunda da própria namorada. Quando a mulher dá pro cara, é como se fosse um batizado, como se ela estivesse colocando um anel de compromisso no pau do cara. Espera aí……. humm…..

Enfim. O cara pensa:

- Se eu não comer, outro vai. E se outro comer e eu não, eu dou um tiro na cabeça. Na cabeça do pau.

Então, mulheres, este é um outro motivo muito importante para o homem. Demarcação de território é do instinto natural de qualquer animal macho. E nós, machos , fazemos parte desta natureza a nós imposta. Não questionem, apenas aceitem.



Quinto Motivo: País da Bunda
Agora mocinhas, prestem bem atenção nisso que eu vou falar. Vivemos no país da bunda. Pra onde vamos, é bunda. Ligamos a televisão, bunda. Entramos a internet, bunda. Olhamos para o lado, mulheres de calças coladas, lycra, bermudinhas, bikinis “fio-detal”.  Carnaval, bunda. Praia, bunda. Você vai na academia, só vemos mulher malhando perna e bunda. Pra quê? Pra ter uma bunda gostosa. Agora, pra que ter uma bunda gostosa se vai ficar negando até pro namorado?

- Ai Guilherme, é pra ficar bonitinho, com um corpo legal, pras roupas vestirem melhor…

Pras roupas vestirem melhor? Ahh, pras roupas vestirem melhor o meu cacete. Vocês malham por 3 motivos: Pra se sentirem bem consigo mesma (só falei esse motivo porque é o que vocês sempre dizem, alegando inclusive que é o único motivo, o que é mentira), para passar inveja nas pobres coitadas desprovidas de acessórios naturais avantajados e, obviamente, para ficarem gostosas e chamar atenção dos gatos. Mulher gosta de chegar e ser notada. Aí vem com aquela bunda imensa, malhada, e não quer que o homem fica babando doido pra furar o bloqueio?


E parem de por silicone nos peitos, pelo amor de Deus. Depois não reclamem dos homens quererem fazer espanhola em vocês.


sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Sodomia e pecado


Você é um daqueles cristãos que estão guardando a castidade para a noite de nupcias? As forças diabólicas querem que você fracasse! Basta ver quantas tentações eróticas temos todos os dias despejadas diante de nossos olhos. Mas Deus quer que você tenha sucesso. Em Lucas 12:7 temos que 'Até mesmo os cabelos da vossa cabeça estão todos contados'. Nosso corpo foi criado com amor e inteligência. O ânus não está na altura que está e não tem o formato que tem por acaso. Como mostraremos neste artigo ele está la como uma alternatina natural à cópula para aqueles que não encontraram ainda o companheiro/companheira definitivo. Pelo sexo anal você pode satisfazer as vontades carnais enquanto evita o risco da gravidez e mantêm a pureza para o casamento. Você pode estar chocaco com esta idéia. Afinal, o sexo anal (sodomia) não é proibido pela Bíblia? Não é sujo? Qual a diferença entre sexo anal antes do casamento e o sexo usual? Vamos responder estas perguntas e desfazer algus mitos farisaicos sobre sexo anal e a Vontade de Deus segundo as escrituras.


Sodomia e pecado


É um erro comum achar que tudo o que pode dar prazer é pecado. Sexo anal tem confundido cristãos desde a idade média devido a ênfase que se dá às condenações bíblicas contra Sodomoa e Gomorra. Entretanto a bíblia não pode ser entendida com histórias isoladas fora de contexto. É importantíssimo perceber que as citações de condenação aos sodomitas, citadas tanto pelos que condenam o sexo anal quanto qualquer forma de prazer não convencional ou ligada a alguém que não o cônjuge, referem-se ao sexo não consensual, ou seja o abuso e o estupro.

A palavra sodomia tem origem na descrição da destruição bíblica destas duas cidades que pode ser encontrada em Gênesis, capítulo 19, versículos 1 a 11:

"À tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Ló estava sentado à porta de Sodoma e, vendo-os, levantou-se para os receber; prostrou-se com o rosto em terra, e disse: Eis agora, meus senhores, entrai, peço-vos em casa de vosso servo, e passai nela a noite, e lavai os pés; de madrugada vos levantareis e ireis vosso caminho. Responderam eles: Não; antes na praça passaremos a noite. Entretanto, Ló insistiu muito com eles, pelo que foram com ele e entraram em sua casa; e ele lhes deu um banquete, assando-lhes pães ázimos, e eles comeram. Mas antes que se deitassem, cercaram a casa os homens da cidade, isto é, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e, chamando a Ló, perguntaram-lhe: Onde estão os homens que entraram esta noite em tua casa? Traze-os cá fora a nós, para que os conheçamos. Então Ló saiu-lhes à porta, fechando-a atrás de si, e disse: Meus irmãos, rogo-vos que não procedais tão perversamente; eis aqui, tenho duas filhas que ainda não conheceram varão; eu vo-las trarei para fora, e lhes fareis como bem vos parecer: somente nada façais a estes homens, porquanto entraram debaixo da sombra do meu telhado. Eles, porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Esse indivíduo, como estrangeiro veio aqui habitar, e quer se arvorar em juiz! Agora te faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, isto é, sobre Ló, e aproximavam-se para arrombar a porta. Aqueles homens, porém, estendendo as mãos, fizeram Ló entrar para dentro da casa, e fecharam a porta; e feriram de cegueira os que estavam do lado de fora, tanto pequenos como grandes, de maneira que cansaram de procurar a porta.

Portanto, tanto as maldições do antigo testamento, como as advertências do novo testamento com relação aos somitas referê-se sempre a esta atitude de violência que sempre acompanha o sexo não consensual.

Basta ver que indpendente de como é chamada o sexo forçado é sempre punido, como mostra a história de Diná, estuprada por Siquém, que por causa de seu ato atrai a morte para todo seu povoado. (Gen. 34)

Essa é uma informação valiosa para quem não quiser ser enganado pelos moralistas de plantão. De fato, na verdade podemos encontrar passagens bíblicas que fazem alusão ao ato anal, não como um erro, mas como uma genuína expressão de amor e prazer entre amantes, como em Cantares de Salomão, onde podemos ver algumas referências poéticas sobre o assunto. Em Lamentações, Jeremias relata que 'as virgens de Jerusalém abaixaram as suas cabeças até o chão.' e em seu livro descreve Israel como uma mulher que se vangloria de seus vales (montanhas e desniveis) dizendo: 'Quem virá atrás de mim?"

Sexo anal é sujo?


A bíblia diz que 'Tudo é puro para os que são puros, mas para os corrompidos e incrédulos nada é puro; antes tanto a sua mente como a sua consciência estão contaminadas.' (Tito 1:15). O senhor criou nossos corpos e nenhuma parte deles é naturalmente imperfeita. Deus nos criou para que tenhamos vida em abundância e vivamos com prazer, sexo anal é apenas uma da maneiras de se chegar a este fim.

Embora o ânus seja realmente usado para eliminação de resíduos alimentares não é tão sujo quanto se pensa, especialmente após um bom banho. A falta de higiene pode ser responsável não apenas pela disseminação de doenças e males durante o sexo anal, mas também através do sexo vaginal. Eliminação é um processo natural criado por Deus, é apenas nossa concepção humana que nos faz achar que é algo sujo. Tem muito mais a ver com inprints psicológicos dos sacerdotes do que com a Vontade Divina. O ato de urinar torna o pênis ou a vagina imundos? Nós suamos, temos espinhas, isso torna nossa pele imunda de ser tocada? A Bíblia está cheia de referências de rituais de purificação que se resumem a água, uma ducha e sabão.

Além disso o ânus tem uma diferença de mais de 2 graus do que a vagina, deixando-o mais quente, ele também possui mais músculos, o que cria uma experiência diferente. O orgasmo anal é um dos 4 tipos de orgasmo que uma mulher pode ter, além do vaginal, clitoriano e o do ponto G. Claro que assim como o sexo vaginal ele pode ser doloroso se não houver cuidado por parte e ambos os parceiros.

Se a idéia de contato direto com esta área ainda lhe parece anti-higiênica, o simples uso da camisinha resolverá este problema.

Diferenças entre sexo anal e sexo convencional


Agora algumas pessoas podem estar pensando: "Ora, se vamos fazer sexo anal antes do casamento, porque não fazer logo o sexo de sempre"? Esta é uma boa questao e existem inúmeras boas razões para escolher ficar com o sexo anal até que se conheça a pessoa com quem pretende passar o resto de sua vida.

A primeira é uma razão muito prática: sexo comum causa gravidez. Se você não está disposto a formar e não tem condições de sustentar uma família não comece uma. È realmente verdade que a vontade do Senhor é que crescemos e nos multipliquemos (Gen1:22), mas a bíblia também aconselha que 'Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.', embora isso passe desapercebido pelo clero que lucra novos dizimistas com a explosão populacional. Gravidez fora de uma família constituida pode causar terríveis consequências tanto para a criança como para os pais. Sexo anal elimina este risco.

A segunda razão é que uma jovem mulher que nunca teve relações sexuais pode ter sua virgindade preservada (leia-se Manter o hímen intacto) até o casamento. Não há presente maior que uma esposa pode dar a um homem do que sua própria pureza na noite de bodas.

Por fim, sexo anal permite que os parceiros desfrutem de uma intimidade diferente da do sexo comum, mesmo para os casados. Este tipo de relação representa uma poderosa união entre os dois que pode ser desfrutada dentro do casamento. Felizmente é possivel aproveitar o ato anal antes mesmo do casamento deixando a profunda ligação do amor pelo intercurso normal guardado como um tesouro a ser aberto na noite de nupcias.

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