terça-feira, 18 de outubro de 2011

Desejo 2 - Swing



Swing, ou troca de casais, é um relacionamento sexual entre dois casais estáveis que praticam sexo grupal. Existem correntes que consideram o swing quando um casal adiciona um ou mais elementos numa relação sexual.
 Fonte: Wikipedia

Tipos de swing

  • Soft Swing - troca de parceiros com caricias, beijos e sexo oral, não há penetração.
  • Hard Swing - troca de parceiros com penetração.
Conforme a interação entre os participantes o swing pode ser:
  • Sexo no mesmo ambiente com bissexualismo (masculino ou feminino)
  • Sexo no mesmo ambiente com troca de carícias,sexo oral mas sem troca na penetração
  • Sexo no mesmo ambiente com troca na penetração
sexo acontece com homens e mulheres como também acontece mulher com mulher(bi ou lesbica) ou homem com homem(gay ou bi).
Conforme a orientação sexual dos participantes o swing pode ser:
MFFM
swing entre mulheres bissexuais e homens heterossexuais
MFMF
swing entre mulheres e homens heterossexuais
FMMF
swing entre mulheres heterossexuais e homens bissexuais
MMFF
swing entre mulheres e homens bissexuais

Clube de swing

São locais destinados à prática de swing, com acesso restrito apenas a casais. Em algumas festas temáticas pode ser permitida a entrada de pessoas sozinhas, de um ou ambos os sexos, para fins de ménage. Os clubes podem ser exclusivos para casais swingers, ou terem outras atividades (boate erótica, por exemplo), reservando um dia da semana para eventos swingers. Alguns dos clubes permitem o acesso a pessoas sozinhas em alguns dias da semana ou em alguns casos em espaços separados dos casais.
A maioria dos clubes de swing é dividida em dois espaços: uma boate com música de diversos tipos (gravada ou ao vivo) e um "espaço íntimo", acessível por uma porta discreta.
A boate: sua estrutura pouco difere de uma boate convencional. Os casais dançam, consomem bebida e petiscos como em qualquer boate. O diferencial está nas brincadeiras eróticas e na apresentação de stripteases masculinos e femininos. Às vezes, também ocorrem performances de casais strippers, ou com objetos eróticos. Os strippers costumam interagir com a platéia, mas só o fazem se devidamente autorizados pelo casal ou pessoa abordada. No primeiro sinal de desinteresse, se afastam. A pista de dança pode ter queijinhos e mastro para facilitar danças eróticas. Em alguns locais, também há estrutura para sex shop, janela indiscreta, paredão e box transparente com chuveiro para performances com água.
O espaço íntimo: varia conforme a casa de swing, embora camão e darkroom sejam tradicionais. A seguir, uma breve descrição do que é possível encontrar na área íntima de uma casa de swing:
  • camão ou tatame: cama enorme na qual vários casais praticam sexo simultaneamente. Ao seu redor, é comum a presença de vários casais assistindo e estimulando os demais participantes
  • darkroom ou jogo do quarto escuro (pt): ambientes sem iluminação, completamente escuro, com poltronas ou sofás nos quais os casais trocam carícias ou mesmo relacionam-se sexualmente. O estímulo desejado é mais auditivo que visual, e permite grande privacidade
  • aquário: quartos com paredes de vidro nos quais os casais se relacionam a portas fechadas enquanto do lado de fora outros assistem
  • confessionário: salas com camas ou poltronas individuais, separadas do ambiente externo por treliça. Permitem a quem está de fora assistir a relação sexual
  • labirinto: sala com pouca iluminação, estruturada na forma de labirinto, cujo objetivo é encontrar a saída. No trajeto, os casais trocam carícias e encontram pequenas surpresas, como confessionários, espalhados pelo ambiente.
  • cadeira erótica: cadeira especialmente projetada para facilitar grande número de posições sexuais

 Comunidades Swing

 Grupos de pessoas que acreditam na filosofia swinger e seguem este modo de vida

  • Comunidades físicas: Existem inúmeros grupos que podemos considerar comunidades físicas ou presenciais, que organizam eventos privados, como festas e encontros, para promover o encontro entre casais liberais. Existem inúmeros exemplos de grupos de casais liberais no Mundo, especialmente em países onde os espaços swingers não são muito fidedignos para casais por a entrada ser livre a qualquer casal, o que leva muitas vezes ao aparecimento de “casais de ocasião”, que não são bem aceites pela maioria dos membros da comunidade swing.
  • Comunidades virtuais – As comunidades virtuais ajudam os casais liberais a conhecerem outros casais, a comunicarem uns com os outros, e a publicarem as suas noticias, publicitarem eventos ou simplesmente partilharem experiências.
Estas ajudam também as pessoas interessadas no swing a conhecerem melhor a filosofia e a iniciarem-se conhecendo outros casais e espaços.


A palavra swing pode nos remeter à vários significados. Um ritmo musical ou a ginga de uma pessoa, por exemplo. Pode até ser, mas, nesta matéria, você vai ver que é uma dança bem mais insinuante e interessante do que imagina.
O swing, mais conhecido como troca de casais é um jeito diferente de encarar o sexo e, para muitas pessoas, é um novo estilo de vida. Mudar de parceiro, sexo em grupo de três pessoas ou mais; isso é muito comum entre alguns casais.
Mas não fique pensando que é só festa. Primeiro, estas trocas são feitas em clubes especializados ou em pequenas reuniões de amigos. Segundo, a troca de casais é feita com discrição, respeito e, acima de tudo, cumplicidade.
Segundo os praticantes deste tipo de relação, o swing é uma forma excitante de chacoalhar a monogamia e acabar com a monotonia do casal. Muitos também afirmam que o relacionamento se fortalece, já que a confiança e a cumplicidade entre eles têm que ser (e estar) bem solidificadas.


Troca de casais: você toparia?  


  Sonhos, fantasias, desejos... Todo mundo sabe que um relacionamento (mesmo sendo sério, firme e, se coincidir, excitante) não barra nossa imaginação. Muito pelo contrário: uma vida amorosa ativa estimula nosso lado criativo que, muitas vezes, fica escondido debaixo de medos e tabus.
Nestas suas viagens sexuais, você já se deparou com uma vontade imensa de experimentar outras sensações? Quem sabe ficar com aquele vizinho interessante que insiste em exibir o tórax delineado? Mas isto seria um absurdo e pura traição, não?
Pois saiba que, para muitos casais, relacionar-se com outras pessoas fora do casamento é comum. Aliás, é um estilo de vida chamado de swing. Se você nunca tinha ouvido falar ou quer saber todos os mecanismos, regras e curiosidades desta modalidade sexual, prepare-se e entre neste mundo de fantasias e, acima de tudo, muita cumplicidade.

Saiba por onde e como começar 


 
A primeira coisa a fazer é falar com seu parceiro. Deve ser uma decisão unânime. Os dois têm que concordar 100% em participar desta descoberta. Se vocês forem um casal liberal em relação ao sexo, se confiam totalmente um no outro e têm vontade de experimentar coisas novas, participar de um clube de swing pode ser uma boa opção.
Muitas mulheres contam que sua relação pessoal ficou mais quente e íntima, e, que com esta experiência, tornaram-se mais cúmplices dos esposos. Mas você deve ter em mente que se o casal já tem complicações dentro do casamento, o swing não é uma muleta para resolver estes problemas. Um estilo de vida mais liberal deve ser experimentado por pessoas que se amam, que se aceitam como são e se respeitam.
Mas, se este é o seu caso, não fique preocupada em como agir numa casa deste tipo. A maioria dos clubes de swing possui uma recepcionista que "encaminha" os novatos. A terça-feira é a eleita pelas pessoas que vão pela primeira vez. "Eles devem achar que é mais vazio e terão mais liberdade", revela Camila M., administradora do Image Night, clube de swing em São Paulo. Ela diz que a maior dificuldade é deixar o casal à vontade, pois ainda existe muito preconceito em relação à troca de casais.

A relação entre a mulher e a troca de casais 

Para Camila M., administradora de uma casa de swing, a troca de casais é uma alternativa ainda mais saudável para a mulher. Enquanto os homens "podem" sair por aí em busca de aventuras, as mulheres são reprimidas se partem à procura de um garoto de programa, por exemplo.
Com o swing, a mulher, acompanhada do marido ou namorado, experimenta essas novas sensações e fica livre de toda e qualquer dúvida em relação à sua fidelidade.
Entretanto, relações sexuais com pessoas fora do "jogo" ou toda prolongação do contato que surgiu em um encontro e partiu para um âmbito privado sãoconsideradas traição. E o ciúme também está presente. Os swingers têm uma mentalidade mais liberal que outras pessoas, mas, se algo fora do combinado acontece, a possessividade aflora como em qualquer outra situação. "Muitos casais discutem porque um se insinuou demais, por exemplo", conta Camila. Portanto, não pense que é só oba-oba. O swing, antes de ser uma alternativa (diga-se de passagem, instigante) para a esquentar a relação, é uma prática que possui regras a seguir.
 


Deixe aquele desejo reprimido de lado  
 
Diante dos olhos dos outros podem até parecer casais com atividades sexuais normais: casados, com filhos, discretos... Mas, uma vez por mês ou algumas por semana, eles freqüentam clubes de swing. Lá, quase tudo pode acontecer. Dois ou mais casais se interessam um pelo outro e, depois disso, toda forma de prazer é possível.
Os swingers não acham que suas preferências sexuais têm algo de diferente; ao contrário, acreditam que o que fazem é o desejo que a maioria reprime e que acaba se convertendo em relações extra-conjugais. "O swing admite qualquer coisa, menos traição", afirma Camila M., administradora da casa de swing Image Night, em São Paulo. Para ela, os casais que experimentam esta troca o fazem de comum acordo, com um grande respeito mútuo e diálogo. "Coisas que, muitas vezes, você não vê num casal dito 'normal'."

É obrigatório transar nas casas de swing?  

 
Resposta é não. Muitos casais, mais conhecidos como voyeurs, só gostam de ficar observando outras transas e isso não é proibido. Aliás, todas as casas de swing têm a preocupação de tornar o local o mais agradável possível para que a pessoa não sinta esta obrigação. As casas acabam parecendo um grande "parque de diversões". O Swing Club BH, por exemplo, possui uma sala voyeur com telão e tatame, seis suítes, hidromassagem, piscina coberta com palco flutuante, sauna, pista de dança... Desta forma, a ida a um clube deste tipo pode ser encarada como uma ida à boate, ao barzinho ou a um restaurante. Com um atrativo a mais, claro.
Em alguns locais, cabines com treliças possibilitam que você observe a relação de outros casais. Desta forma, não é obrigatório trocar de casal, nem transar. Mas não se preocupe: se a vontade apertar e a timidez gritar, dá para utilizar as suítes individuais e se deleitar somente com o seu parceiro.

Internet: uma aliada do Swing  


 
Você não precisa sair de casa para encontrar casais que fazem swing. A internet é um local promissor e cheio de ofertas. Há vários sites dedicados à troca de casais onde dá para ver a foto da pessoa que anuncia. Desta forma, os riscos de uma grande decepção na hora do encontro diminuem. Através do telefone deixado na página, você entra em contato com a pessoa e marca um encontro sem nenhum compromisso.
Mas tome cuidado. Tudo que é feito desta forma tem que ter muita cautela. Tente descobrir todas as informações possíveis sobre a pessoa escolhida e não saia por aí sem proteção: camisinha sempre!

Regras invisíveis, mas respeitadas 


Mesmo que não haja normas escritas, a convivência entre os "swingers" criou uma série de normas que regem este universo e o comportamento daqueles que o praticam. Veja os itens extraídos de um site de Swing:

  • Seja educado: todos nós queremos ser tratados como pessoas, não como objetos. A regra de ouro: trate os demais como querem que te tratem;
  • Prepare-se: leve preservativos e uma necessaire com um par de toalhas e outros objetos pessoais, escova de dente, por exemplo;
  • Limpeza e higiene: todos sabemos que isso faz parte da educação, mas muitas pessoas esquecem os hábitos básicos;
  • Não seja insistente: se alguém, incluindo seu parceiro, disse não, respeite-o. Evite qualquer situação incômoda com seu par;
  • Aceite somente o que seja divertido para todos: lembre-se que a idéia é divertir-se e passar um momento agradável.
Uma experiência inesquecível    

  
"Eu tenho 23 anos e minha namorada tem 19. Há tempos andávamos tendo fantasias sobre swing e voyeur, então resolvemos ir à uma festa de swing. Compramos o convite com uma semana de antecedência e ficamos esperando o grande dia.
Às 20h30 do sábado, a peguei em sua casa e fomos fazer uma preliminar em um bar. Ela estava deliciosa com um vestido tubinho longo roxo. Mas o melhor ainda estava por vir. Resolvemos ir em direção ao clube. Chegando lá, como era nossa primeira vez, achamos meio estranho o local, mas entramos. Fomos conhecer a casa e paramos na sala voyeur. Estava lotada e o clima já estava quente.
Ela sentou na janela e começamos a conversar olhando os outros casais. Já havia um na nossa frente transando em uma espécie de colcha que estava no chão. Todos os casais ao lado já estavam se acariciando quando ela começou a me tocar. Transamos ali mesmo no sofá.
Depois, fomos procurar um quarto. Abri a porta para que todos os convidados pudessem se deliciar com a maravilha da minha namorada. Resolvemos ir embora, mas demos meia volta e retornamos ao clube. Fomos para a discoteca onde se encontravam alguns casais. Sentamos e começamos nos acariciar de novo. Um homem sentou ao nosso lado, perguntou se estava incomodando e nada respondemos.
Depois ele saiu da sala e só restou eu, minha namorada e um outro casal.

A mulher se aproximou e disse que seu marido tinha achado minha namorada muito bonita, mas, na hora, minha parceira não queria trocar de casal, mas, morrendo de inveja da mulher que se insinuava para mim, topou a brincadeira e se entregou ao marido da outra. Foi inesquecível!!!"
Andrei . (nome trocado a pedido do entrevistado)

 

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